


| Rafael Akai sonha ser artilheiro pelo LEC |
| Escrito por Rafael de Souza | |
| 14-Jan-2008 | |
![]() Akai recebe abraço do companheiro Nem depois do segundo marcado ontem, contra o Paraná Trajetória Rafael Santos Bergamasco nasceu em Presidente Prudente (SP) no dia 17 de janeiro de 1986. O interesse pela bola começou aos 15 anos, quando ingressou nas categorias de base do Mirassol Futebol Clube, na cidade de Mirassol (SP). A calma de frente para o gol logo o colocaram como promessa, o que logo foi se confirmando. Do interior paulista, Rafael foi para as categorias de base do Cruzeiro, onde ficou pouco tempo. Voltou para o Mirassol e de lá foi vendido para o São Caetano, após destacar-se no Campeonato Paulista sub-17. No Azulão chegou a integrar o elenco profissional, mas teve poucas chances, pois a disputa era grande, já que o elenco tinha os renomados Euller, Fabrício Carvalho, Fernando Baiano e Warley. O Paraná era seu novo destino. No elenco profissional disputou 2 partidas no Brasileirão de 2005 e chamou a atenção do Corinthians (SP). Pelo clube de Parque São Jorge, jogou a Taça São Paulo em 2006 sob o comando de Saran e ganhou uma chance no elenco que disputou o Paulistão daquele ano. Jogou três partidas como titular e depois se machucou. Daí decidiu voltar para o Mirassol, onde ficou mais um ano e foi lembrado por Saran, atual técnico do LEC. Saran O Mirassol, além de marcar o início da sua carreira, ainda foi importante, pois foi lá que ele teve o primeiro contato com o atual técnico Alviceleste Jorge Saran. "Conheci o Saran ainda na base do Mirassol e sempre nos demos muito bem. Ele sempre foi um pai para mim, principalmente nos momentos mais complicados da minha vida", lembrou. ![]() Artilheiro em ação pelo LEC O atacante de 21 anos não esconde a felicidade pelo início arrasador com a camisa Alviceleste. E faz planos ainda maiores. "Vou continuar trabalhando para conquistar meu espaço na equipe, pois ainda é muito cedo para me garantir. O Londrina tem excelentes opções para o ataque e primeiro tenho que trabalhar. Mas lógico que penso em ser artilheiro. Atacante tem que pensar o tempo todo nisso, em marcar gols para ajudar a equipe", disse. Torcida do LEC Ontem, ele teve o primeiro contato com a torcida Alviceleste, de quem já virou xodó pelo quem fazendo em campo. O camisa 9 teve seu nome gritado e saiu aplaudido de campo, quando foi substituído por Rodrigo. Sobre a massa Alviceleste, Akai concordou com o técnico Saran que a comparou com a fanática torcida do Corinthians. "Tive uma passagem por lá e como todo mundo sabe, eles cobram mesmo, mas também apóiam muito, independente do resultado. Aqui pelo pouco que vi, é a mesma coisa. Eles são fanáticos, querem ver o Londrina grande e é por isso que esse grupo vai lutar", prometeu. Inspiração Todo jogador se inspira em alguém. Com Akai não é diferente. Ele admira o estilo de Ronaldo Fenômeno, que hoje atua pelo Milan (ITA). "Ele é um atacante completo, tem velocidade, força e raciocínio rápido. Gosto muito de vê-lo jogar para aprender um pouquinho mais. Além disso, ele é um exemplo de superação por todos os problemas que conseguiu superar na carreira". Apelido Quem escuta falar Akai, até pensa que o atacante tem alguma descendência japonesa. Mas não tem nada disso. O apelido que já virou nome ele ganhou nas categorias de base do Mirassol. Akai é o nome de uma escolinha de futebol da cidade onde o atacante treinou antes de seguir para a carreira profissional. |
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